Sempre fui daquele tipo de pessoa que cobra demais de si, especialmente naquilo que julgo ser capaz:. Logo, criar, escrever e publicar em um novo blog, com um público novo e sem grandes expectativas em relação a minha antiga reputação de “redatora” está sendo uma espécie de desafio.
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O ato de escrever, inevitavelmente, remete-me as tempestuosas tardes que encorajada pela gana do desconhecido, enfrentei em minha tão amada Itapema. Penso que escrever sempre será o meu elo com o passado.
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Houve sim um grande amadurecimento, uma vez que antigamente, minha grande inspiração era o sofrimento. Fato que paradoxalmente, fez-me afastar da mesma (...)
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Mas sim, fui muito feliz em Itapema. Madrugadas sem dormir diagramando anúncios sobre “Chaplin”, tardes aventurando-me e dedicando-me à milenares táticas para entupir pias com sementes de morango, noites regadas a vinhos e violão em Quatro Ilhas...
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Hoje, aquela pequena cidade onde depositei meus grandes sonhos, não mais abriga minhas esperanças.
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(...)
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Penso que talvez, seja essa a primeira e última vez que escreverei sobre meu passado nesse blog, que ainda sem formato definido, espero que seja minha grande fonte de deleite.
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Enfim, sobre o presente? Bom, posso dizer que encontrei inusitadamente em meu caminho, um verdadeiro presente que segurava uma prancha debaixo do braço e seguia alegremente pelo calçadão de Praia Grande. Em meio a uma aposta e ao som de “Pra você lembrar de mim” meu coração começou a dar sinal de vida, depois de uma longa primavera sem bater.
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O presente também me abençoou com memoráveis noites encostados na ponte da Ilha, onde embriagados pela ansiedade do incerto, cantávamos: “Enquanto o tempo passa, eu espero que: Que um dia a gente suba no altar. Seguir os ossos trilhos, ser feliz ter vários filhos, um quintal com mini hamp e umas plantinhas pra cuidar. Vamos pra Ilha Grande em Julho, correr e esquecer de tudo, ver o mundo mais azul...”
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É, a vida voltou a fazer sentido. Os amigos eram outros, era nova a cidade, as ondas menos agressivas e até o Sol aparentava brilhar de forma diferente. Mas essas novas sensações que antecipadamente eu já sabia que teria um final seco, frio e breve, teve seu percurso concluído.
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choreeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiii
ResponderExcluirhaaaaaaaaaa , voce é meu maior presentee !!!
MUUUUUUUUITO obrigada pela sua amizade !!
Minha felicidade depende da sua !!!
Beijossss te amo s22
to com saudadee , te amo :'(
ResponderExcluiroba! blog novo!
ResponderExcluirgostei do inicio!
nao vejo a hora do proximo post.
Vou visitar todo dia,adorei!
ResponderExcluirbjs
Suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuucesso!!!
ResponderExcluirxD
muito bom msm amor!
te amo s2
"O mundo as vezes eh injusto e o lucro eh bem menor q o custo, mas msm sem nem um real vamos ser felizes no final!"
hauahauahauhaua
s2
É isso aí filha, força na peruca e dedinhos nos teclados bjs mamãe.
ResponderExcluirUhu! Mais aventuras! Peço licença minha amiga do passado - e de SEMPRE - para acompanhar esse seu novo momento. Certa de seu sucesso, saiba q msm distantes, estamos aki! Beijos enormes!!
ResponderExcluirAo contrário do que pensa certa escritora, eu já havia tido a oportunidade de me deparar com esse texto logo em sua estreia para o mundo. Demorou-me um pouco para conseguir pensar no que escrever sobre tais palavras, sempre muito bem colocadas e conectadas.
ResponderExcluirResguardo, no entanto, meu direito de reservar para mim a totalidade de meu veredíto, crendo que o melhor a fazer é dizer que fico feliz por mais esse capítulo em tua vida =) E tão feliz quanto, estou por saber que tua escrita ainda tem o poder de me deixar embasbacado. Nunca duvidei do teu potêncial, e nunca hei de fazê-lo.
Que venham muitas aventuras, fortnúnios e histórias para satisfazer a àvida curiosidade dos que permanecem em terra.
Opa... ¬¬ Sabes que não é a Caline, né? hahaha
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